Obsessores - Reunião pública de 21/3/1960.

Digam o que quiserem, a Doutrina Espírita ainda é a melhor opção. Jwb.


Obsessores - Reunião pública de 21/3/1960.

Obsessor, em sinonímia correta, quer dizer “aquele que importuna”.

E “aquele que importuna” é, quase sempre, alguém que nos participou a convivência profunda, no caminho do erro, a voltar­-se contra nós, quando estejamos procurando a retificação necessária.

No procedimento de semelhante criatura, a antipatia com que nos segue é semelhante ao vinho do aplauso convertido no vinagre da critica.

Daí, a necessidade de paciência constante para que se lhe regenerem as atitudes.

Considerando, desse modo, que o presente continua o pretérito, encontramos obsessores reencarnados, na experiência mais íntima.

Muitas vezes, estão rotulados com belos nomes.

Vestem roupa carnal e chamam­-se pai ou mãe, esposo ou esposa, filhos ou companheiros familiares na lareira doméstica.

Em algumas ocasiões, surgem para os outros na apresentação de santos, sendo para nós benemerentes verdugos.

Sorriem e ajudam na presença de estranhos e, a sós conosco, dilaceram e pisam, atendendo, sem perceberem, ao nosso burilamento.

E, na mesma pauta, surpreendemos desafetos desencarnados que nos partilham a faixa mental, induzindo­-nos à criminalidade em que ainda persistem.

Espreitam­-nos a estrada, à feição de cúmplices do mal, inconformados com o nosso anseio de reajuste, recompondo, de mil modos diferentes, as ciladas de sombra em que venhamos a cair, para reabsorver­-lhes a ilusão ou a loucura.

Recebe, pois, os irmãos do desalinho moral de ontem com espírito de paz e de entendimento.

Acusá­-los, seria o mesmo que alargar­-lhes a ulceração com novos golpes.

Crivá­-los de reprimendas, expressaria indução lamentável a que se desmereçam ainda mais.

Revidar­-lhes a crueldade, significaria comprometer­-nos em culpas maiores.

Condená­-los, é o mesmo que amaldiçoar a nós mesmos, de vez que nos acompanham os passos, atraídos pelas nossas imperfeições.

Aceita­-lhes Injúria e remoque, violência e desprezo, de ânimo sereno, silenciando e servindo.

Nem brasa de censura, nem fel de reprovação.

Obsessores visíveis e invisíveis são nossas próprias obras, espinheiros plantados por nossas mãos.

Endereça­, lhes, assim, a boa palavra ou o bom pensamento, sempre que preciso, mas não lhes negues paciência e trabalho, amor e sacrifício, porque só a força do exemplo nobre levanta e reedifica, ante o Sol do futuro.


Fonte:

Seara dos Médiuns. Espírito: Emmanuel. Psicografia: Francisco Cândido Xavier.


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Obsessão e Jesus - Reunião pública de 4/3/1960.

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Obsessão e Jesus - Reunião pública de 4/3/1960.

Cristãos eminentes, em variadas escolas do Evangelho, asseveram na atualidade que o problema da obsessão teria nascido no culto da mediunidade, à luz da Doutrina Espírita, quando a Doutrina Espírita é o recurso para a supressão do flagelo.

Malham médiuns, fazem sarcasmo, condenam a psicoterapia em favor dos desencarnados sofredores e, por vezes, atingem o disparate de afirmar que a prática medianímica estabelece a loucura.

Esquecemos e, no entanto, de que a vida de Jesus, na Terra, foi uma batalha constante e silenciosa contra obsessões, obsidiados e obsessores.

O combate começa no alvorecer do apostolado divino.

Depois da resplendente consagração na manjedoura, o Mestre encontra o primeiro grande obsidiado na pessoa de Herodes, que decreta a matança de pequeninos, com o objetivo de aniquilá lo.

Mais tarde, João Batista, o companheiro de eleição que vem ao mundo secundar lhe a obra sublime, sucumbe degolado, em plena conspiração de agentes da sombra.

Obsessores cruéis não vacilam em procurá-lo, nas orações do deserto, verificando-lhe os valores do sentimento.

A cada passo, surpreende Espíritos infelizes senhoreando médiuns desnorteados. O testemunho dos apóstolos é sobejamente inequívoco.

Relata Mateus que os obsidiados gerasenos chegavam a ser ferozes; refere-se Marcos ao obsidiado de Cafarnaum, de quem desventurado obsessor se retira clamando contra o Senhor em grandes vozes; narra Lucas o episódio em que Jesus realiza a cura de um jovem lunático, do qual se afasta o perseguidor invisível, logo após arrojar o doente ao chão, em convulsões epileptoides; e reportas-se João a israelitas positivamente obsidiados, que apedrejam o Cristo, sem motivo, na chamada Festa da Dedicação.

Entre os que lhe comungam a estrada, surgem obsessões e psicoses diversas. Maria de Magdala, que se faria a mensageira da ressurreição, fora vitima de entidades perversas.

Pedro sofria de obsessão periódica.

Judas era enceguecido em obsessão fulminante.

Caifás mostrava-se paranoico.

Pilatos tinha crises de medo.

No dia da crucificação, vemos o Senhor rodeado por obsessões de todos os tipos, a ponto de ser considerado, pela multidão, inferior a Barrabás, malfeitor e obsesso vulgar.

E, por último, como se quisesse deliberadamente legar-nos preciosa lição de caridade para com os alienados mentais, declarados ou não, que enxameiam no mundo, o Divino Amigo prefere partir da Terra na intimidade de dois ladrões, que a Ciência de hoje classificaria por cleptomaníacos pertinazes.

A vista disso, ante os escarnecedores de todos os tempos, eduquemos a mediunidade na Doutrina Espírita, porque só a Doutrina Espírita é luz bastante forte, em nome do Senhor, para clarear a razão, quando a mente se transvia, desgovernada, sob o fascínio das trevas.

Fonte:

Livro: A Seara dos Médiuns. Espírito: Emmanuel. Médium: Francisco Cândido Xavier. Tema: Obsessão e Jesus - reunião pública de 04/03/1960.


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Lucas, 18:18-25; Mateus, 19:16-24; Marcos, 10:17-25.

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Lucas, 18:18-25; Mateus, 19:16-24; Marcos, 10:17-25.

Um homem de muitas posses aproximou-se de Jesus e Perguntou:

- Bom Mestre, o que devo fazer de bom para ter a vida eterna?

Jesus respondeu:

- Por que você me chama de bom? Só Deus é bom e mais ninguém. Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos.

- Que mandamentos? — Perguntou o homem.


Disse Jesus:

- Não matarás; não cometerás adultério; não furtarás; não darás testemunho falso; honra a teu pai e a tua mãe e ama a teu próximo como a ti mesmo.

Ele replicou:

- Eu tenho observado todos esses mandamentos desde minha juventude; o que ainda me falta?

Jesus respondeu:

- Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que você possui e doe aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois, venha e me siga.

Mas ele, ouvindo isto, ficou muito triste, porque era muito rico.

Então Jesus disse aos seus discípulos:

- Como é difícil os ricos entrarem no Reino de Deus! É mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha.

Mateus, 19:16-24; Lucas, 18:18-25; Marcos, 10:17-25.

 

Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

4 - Portuguese Free Bible - Biblia Livre Nestle 1904 - Creative Commons Attribution License - Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil - Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles.

http://sites.google.com/site/biblialivre/

 

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Não se deve servir a Deus e a mamon - Lucas, 16: 13.


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Não se deve servir a Deus e a mamon (Lucas, 16: 13).


Ninguém pode servir a dois senhores;

porque ou irá odiar a um e amar ao outro,

ou irá se dedicar a um e desprezar o outro.

Não podeis servir a Deus e a mamon.

Nota: Mamon é uma palavra hebraica que quer dizer dinheiro ou riqueza.

Jesus alerta para o apego ao dinheiro porque afasta a pessoa de Deus. Os ensinamentos de Jesus

são sobre humildade e caridade.


Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

4 - Portuguese Free Bible - Biblia Livre Nestle 1904 - Creative Commons Attribution License - Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil - Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles.

http://sites.google.com/site/biblialivre/

 

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O Maior Mandamento - Mateus, 22:34-40.


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O maior mandamento - Mateus, 22:34-40.

 

Ao ouvirem dizer que Jesus havia calado a boca dos saduceus,

os fariseus se reuniram.

Então, um deles, que era doutor da lei,

pondo-o à prova, lhe fez esta pergunta:

Mestre, qual é o maior mandamento da lei?

Jesus respondeu:

Ame o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a

tua alma e de todo o teu espírito;

este é o maior e o primeiro mandamento.

E aqui está o segundo, que é semelhante ao primeiro:

Ame o teu próximo como a ti mesmo.

Toda a lei e os profetas estão contidos nesses dois mandamentos.


Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

 

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Parábola do Julgamento Final / parábola da separação das ovelhas dos bodes (Mateus, 25: 31 a 46).

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Parábola do Julgamento Final / parábola da separação das ovelhas dos bodes (Mateus, 25: 31 a 46).

 

Quando o Filho do Homem vier acompanhado de todos os anjos, se sentará no seu trono; e, estando reunidos diante dele todos os povos, ele separará uns dos outros, como um pastor separa as ovelhas dos bodes, e colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.

Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: Venham, vocês que foram abençoados pelo meu Pai, tomem posse do reino que lhes foi preparado desde o começo do mundo, porque:

- Eu tive fome e vocês me deram de comer;

- Eu tive sede e me deram de beber;

- Precisei de alojamento e me hospedaram;

- Estive nu e me vestiram;

- Estive doente e me visitaram;

- Fui preso e foram me visitar.


Então, os justos lhe responderão:

- Senhor, quando foi que nós te vimos com fome e te demos de comer?

- Ou quando te vimos com sede e te demos de beber?

- Quando foi que te vimos sem alojamento e que te hospedamos?

- Ou quando te vimos sem roupa e te vestimos?

- E quando foi que te vimos doente ou preso e fomos te

visitar?

E o Rei lhes responderá: Em verdade vos digo que toda vez que fizeram isso a um meu irmão pequeno, foi a mim que o fizeram.

Aqueles que estiverem à sua esquerda, ele dirá:

- Afastem-se de mim, malditos; vão para o fogo eterno, que foi aparelhado para o diabo e para seus anjos, porque tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e não me deram de beber; precisei de alojamento, e não me hospedaram; estive sem roupa, e não me vestiram; fiquei doente e fui preso, e não me visitaram.

Então eles lhe responderam assim:

- Senhor, quando foi que nós te vimos com fome, com sede, sem alojamento ou sem roupa, doente ou na prisão, e que nós deixamos de te ajudar?

Ele lhes responderá: Em verdade lhes digo: que toda vez que vocês deixaram de prestar assistência a um destes pequeninos, vocês deixaram de socorrer a mim mesmo.

E então esses irão para o suplício eterno, e os justos para a vida eterna. 

Mateus, 25: 31 a 46.


Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

 

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Os inimigos desencarnados - O Evangelho Segundo o Espiritismo

 

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Os inimigos desencarnados

 

O espírita tem ainda outros motivos para ser indulgente com os seus inimigos. Ele sabe, primeiramente, que a maldade não é um estado permanente dos homens; sabe que ela se deve a uma imperfeição momentânea e que, assim como a criança se corrige dos seus defeitos, o homem um dia mau reconhecerá seus erros e se tornará bom”.

O espírita sabe também que a morte o livra apenas da presença material do seu inimigo, mas que este pode persegui-lo com o seu ódio, mesmo após ter deixado a Terra; sabe que, nessa condição, a vingança fracassa em seu objetivo, já que, ao contrário, ela tem por efeito produzir uma irritação maior que pode continuar de uma existência para outra”.

O espírita sabe que aquele que odeia, continuará odiando mesmo depois da morte, mesmo porque a morte não existe.

O espírita sabe o quanto é importante o perdão e Jesus ensina que devemos amar os nossos inimigos “porque de um inimigo podemos fazer um amigo antes e depois da morte”.

O espírita sabe que “Podemos, pois, ter inimigos entre os encarnados e entre os desencarnados; os inimigos do mundo invisível manifestam sua malevolência pelas obsessões e subjugações, contra as quais tanta gente estão lutando, e que representam uma variedade das provações da vida; essas provações, como as demais, contribuem para o progresso e devem ser aceitas com resignação, além de ser segundo o Espiritismo uma consequência da natureza inferior do globo terrestre; se não houvesse homens maus na Terra, não haveria maus Espíritos em torno dela. Portanto, se devemos ter indulgência e benevolência com os inimigos encarnados, igualmente devemos ter com aqueles que estão desencarnados”.

O espírita sabe que “demônios não são outros senão as almas dos homens perversos, que ainda não depuraram os instintos materiais, que não se consegue aplacar a não ser pelo sacrifício do próprio ódio, isto é, pela caridade”.

O espírita sabe que o Espiritismo “vem provar que a caridade não tem por efeito somente impedi-los - os espíritos maus - de fazer o mal, mas sim o de os reconduzir ao caminho do bem e de contribuir para a salvação deles. É assim que o provérbio Amem seus inimigos não se limita ao círculo estreito da Terra e da vida presente, mas também entra na grande lei da solidariedade e da fraternidade universais”.


Fonte:

O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.brOS INIMIGOS DESENCARNADOS – Item 5.

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A fé e a caridade - ESPÍRITO PROTETOR (Cracóvia, 1861)

 

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A fé e a caridade - ESPÍRITO PROTETOR (Cracóvia, 1861).

Pontos a considerar:

1 - Caridade sem a fé não é suficiente para manter entre os homens uma ordem social capaz de os tornar felizes.

2 - A caridade é impossível sem a fé.

3 - Pode encontrar, é verdade, impulsos generosos entre as pessoas sem religião. Mas essa caridade austera, que só pode ser exercida pela abnegação, pelo sacrifício constante de todo o interesse egoísta, nada a não ser a fé poderá inspirá-la, porque nada além dela nos faz carregar com coragem e perseverança a cruz desta vida.

4 - É inútil querer o homem, ávido de prazeres, iludir sobre o seu destino aqui na Terra, achando que lhe seja permitido se ocupar unicamente com a sua própria felicidade.

5 - A vida terrena deve servir apenas para o nosso aperfeiçoamento moral, o qual se adquire mais facilmente com a ajuda do corpo e do mundo material.

6 - As vicissitudes comuns da vida, a diversidade dos gostos, assim como os pendores e as suas necessidades, também é um meio de se aperfeiçoarem, exercitando-vos na caridade.

7 - A felicidade está destinada ao homem aqui neste mundo, desde que a procure não nos prazeres materiais, mas na bondade.

8 - Hoje, para ser um cristão, não é preciso nem o holocausto do martírio nem o sacrifício da vida, mas única e simplesmente o sacrifício do próprio egoísmo, do próprio orgulho e da própria vaidade.

9 - Triunfarão se a caridade lhes inspirar e se a fé lhes sustentar.


Fonte:

O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br - A fé e a caridade, ESPÍRITO PROTETOR (Cracóvia, 1861).

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Que vê sem inveja o que não possui

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...Que vê sem inveja o que não possui


Por outro lado, quantos tormentos consegue evitar aquele que sabe se contentar com aquilo que tem, que vê sem inveja o que não possui, que não procura parecer mais do que é! Esse é sempre rico, porque, se ele olha para baixo de si em vez de olhar para cima, sempre vai ver gente que tem menos do que ele; é calmo, porque não cria para si necessidades quiméricas; ora, a calma em meio às tempestades da vida já não será uma felicidade?

FÉNELON (Lyon, 1860)


O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec - Tradução: Ery Lopes (www.luzespirita.com.br), com base na 4a edição, 1868. Capítulo V - Bem-aventurados os aflitos - Instruções dos Espíritos - Os tormentos voluntários.

 

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André Luiz - Ao Levantar-se

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Ao Levantar-se

Agradeça a Deus a bênção da vida, pela manhã. Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retomar as próprias atividades.

Levante-se com calma.

Se deve acordar alguém, use bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou brincadeiras de mau gosto não auxiliam em tempo algum.

Guarde para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para bem.

Antes de sair para a execução de suas tarefas, lembre-se de que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe.


Francisco Cândido Xavier - Sinal Verde - Pelo espírito André Luiz - Comunhão Espírita Cristã.

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Parábola do Joio (Mateus 13:24-53)

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A Parábola do Joio (Mateus 13:24-53)

Jesus disse outra parábola: O Reino dos céus é como o homem que semeou boa semente no seu campo; mas, dormindo os servos, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e foi embora. Quando o trigo cresceu e frutificou, apareceu também o joio. Os servos, indo ter com o seu Senhor, disseram:

̶ Senhor, não semeaste tu no teu campo boa semente? Por que tem, então, joio?

E ele lhes disse:

̶ Um inimigo é quem fez isso.

E os servos lhe disseram:

̶̶ Queres, então, que vamos arrancá-lo?

Porém, ele lhes disse:

̶ Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até a colheita; e, por ocasião da colheita, direi aos ceifeiros: colhei primeiro o joio e atai-o em molhos para o queimar; mas o trigo, ajuntai-o no meu celeiro.


Nota:

O homem: Jesus é o homem que semeou a boa semente no campo.

Reino dos Céus: É o lugar dos justos. Dos que vivem segundo a vontade de Deus, são acolhidos e vivem em plenitude.

Boa Semente: São os ensinamentos de Jesus.

O Campo: Representa o mundo, onde o bem e o mal, os bons e os ímpios, convivem juntos, como o trigo e o joio que crescem no mesmo campo.

O Inimigo: São aqueles que dominados pelos vícios se deixam cegar pelas paixões e ilusões, frutos das más escolhas que fazem. Lutam para afastar do bom caminho aqueles que buscam em Jesus o conforto para seguir em frente.

Os Servos: São os Bons Espíritos que vendo o mal, não julgam e nem desprezam aos que praticam a maldade, pelo contrário, aguardam a oportunidade para trazê-los para o caminho do bem.

O Joio: Simboliza o mau caráter, aqueles que só pensam em si mesmo. São as pessoas que praticam o mal e não seguem os ensinamentos de Jesus, pelo contrário, zombam. São aqueles que alimentam e disseminam o ódio, os vícios, a violência; são egoístas e que não tem empatia pelo próximo.

O Trigo: É o bem. São aqueles que praticam boas ações, ajudam ao próximo; seguem os ensinamentos de Jesus e praticam o bem. São comparados a uma colheita valiosa e saudável, porque buscaram e tomaram o caminho bem.

A Espera: É o período de tolerância e esperança de que o joio (o mal) possa ser transformado pelo amor e pelas novas afeições e situações da vida, sem prejudicar o bem. 

A Colheita: Aqueles que fizeram o bem serão recompensados pelas suas obras, pelo que fizeram de bom a favor do próximo. Representa as recompensas que receberão por se dedicarem a fazer o bem. A "colheita" é a separação do bem e do mal, é o fim de um mundo de provas e expiação e o início de um mundo de regeneração, onde somente os bons tomarão parte.

O Celeiro: É o lugar de refúgio para aqueles que tomarem o caminho do bem. Os bons serão recompensados, enquanto os maus serão excluídos até tomarem o caminho do bem.

Conclusão:

O mal e o bem convivem juntos aqui na Terra.

O mal insiste em desviar aqueles que tomam o caminho do bem.

Como estamos em franco processo evolutivo guardamos as experiências que vivemos desde a nossa criação até o atual momento da presente existência.

Conforme os nossos pensamentos, atraímos o bem ou o mal — isso é uma lei. O que pensamos é visto por todos, nenhum pensamento fica oculto, é público.

Quando se busca nos ensinamentos de Jesus o conhecimento que muda a forma de pensar, mostrando que todos são irmãos e, como filhos de Deus que somos, não existe o meu, o seu, e que tudo que existe é nosso, pois é criação e obra de Deus; que devemos cuidar de tudo e de todos com amor, carinho e benevolência; aí sim, o mal tentará a qualquer custo sufocar o bem para que não se desenvolva; porque a raiz do mal é o apego aos prazeres, às fantasias e às ilusões do mundo.

O joio representa o mal; o trigo representa o bem.

O joio são aqueles que estão a serviço do mal.

O trigo são aqueles que já encontraram o caminho do bem e trabalham para tornar este mundo melhor.

O joio, a todo instante, tenta sufocar o trigo, mas o bom Senhor, vigilante, diz aos trabalhadores, os bons Espíritos, para colocar o trigo no celeiro e queimar o joio; isto é, os bons ficarão na Terra, mundo de regeneração; os maus serão levados para mundos inferiores, de dor e sofrimento...

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Chico Xavier e Isabel de Aragão.

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CHICO XAVIER E ISABEL DE ARAGÃO, A RAINHA SANTA DE PORTUGAL

Quando Chico Xavier tinha 17 anos de idade, ele estava em seu quarto, à noite, orando, de joelhos ao pé da cama. Viu seu quarto iluminar-se e uma senhora, de admirável presença, dirigiu-se a ele falando em castelhano. Mesmo ignorando esse idioma, entendeu perfeitamente o que ela dizia:

̶ Francisco, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, venho solicitar o seu auxílio em favor dos pobres, nossos irmãos.

Emocionado e em lágrimas, Chico lhe perguntou:

̶ Senhora, quem sois?

Ela lhe respondeu:

̶ Você não se lembra agora de mim; no entanto, sou Isabel, Isabel de Aragão.

Chico não conhecia nenhuma senhora com esse nome e estranhou o que ela lhe dizia; no entanto, uma força o continha, calando qualquer comentário. Perguntou então:

̶ Senhora, sou pobre e nada tenho para dar. Que auxílio poderei prestar aos mais pobres do que eu mesmo?

Ela esclareceu com doçura:

̶ Você nos auxiliará a repartir pães com os necessitados.

E Chico argumentou com pesar:

̶ Senhora, quase sempre, não tenho pão para mim. Como poderei repartir pães com os outros?

A senhora sorriu e esclareceu:

̶ Chegará o tempo em que você disporá de recursos. Você vai escrever para as nossas gentes peninsulares e, trabalhando por Jesus, não poderá receber vantagem material alguma pelas páginas que produzir, mas vamos providenciar para que os Mensageiros do Bem lhe tragam recursos para iniciar a tarefa. Confiemos na bondade do Senhor.

Chico passou as duas semanas seguintes sem entender o significado de “gentes peninsulares” e sem saber quem teria sido Isabel de Aragão. Uma noite, após suas preces, surge-lhe um Espírito que se identificou como Fernão Mendes, dizendo que havia sido no século XIV, confessor de Isabel, a Rainha Santa de Portugal (1270-1336). Explicou-lhe o significado de “gentes peninsulares”, como sendo os habitantes da península europeia; também lhe disse que, por recomendação dela, não lhe faltariam recursos para a distribuição de pães aos necessitados.

No primeiro sábado após essa ocorrência, Chico e sua irmã Luíza foram até uma ponte onde se refugiavam alguns indigentes. Levavam para eles um cesto com apenas oito pães que repartiram entre todos. Foi assim que ele iniciou essa tarefa em Pedro Leopoldo-MG, que durou de 1927 a1958. Em janeiro de 1959 Chico mudou-se para Uberaba. Sua casa ficava vizinha de três núcleos de favelas. A distribuição de pães foi novamente retomada, atendendo àquelas comunidades carentes, todos os sábados, chegando a distribuir em torno de 1.500 pães por semana.

 

Fonte: https://www.luzepaz.org/aprender-com-chico-xavier/

Extraído do Livro:
Chico Xavier e Isabel, a Rainha Santa de Portugal – autor: Eduardo C. Monteiro
Médium: Valter Turini
Espírito: Monsenhor Eusébio Sintra

 

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Parábola do bom samaritano (Lucas: 10. 30 – 37)

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Parábola do bom samaritano (Lucas: 10. 30 – 37)

Um homem se levantou; era um doutor da lei, tentando Jesus, perguntou:

Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

Jesus, então, perguntou:

O que está escrito na lei? Como lês?

Ele, porém, respondeu:

Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.

Jesus disse ao doutor da lei:

Respondeste bem; faze isso, e viverás.

O doutor da lei, não se dando por satisfeito, perguntou:

E quem é o meu próximo?

Jesus contou, então, uma história:

Descia um homem de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores, os quais, além de lhe roubarem tudo, o espancaram e se retiraram, deixando o homem meio morto. Indo um sacerdote pelo mesmo caminho, vendo o homem caído, passou longe. O mesmo aconteceu com um levita que, ao passar por aquele lugar, vendo o homem caído, passou longe, o mais afastado possível. Mas um samaritano, que ia de viagem, vendo o homem caído, chegou perto dele, percebendo que não estava morto, ficou tomado de grande compaixão; aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; antes de partir no outro dia, tirou dois dinheiros, dando-os ao hospedeiro, dizendo: cuida dele, e toda despesa extra que tiveres eu pagarei quando voltar.

Então, perguntou Jesus ao doutor da lei:

Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?

E ele respondeu:

O que usou de misericórdia para com ele.

Disse, pois, Jesus:

Vai e faz da mesma maneira.


Nota:

doutor da lei: Jurista judeu especialista na Torá, a lei judaica. Se dedicava a estudar, interpretar e ensinar a lei de Deus ao povo nas sinagogas e debater os textos sagrados. Faziam parte, os doutores da lei, do partido dos fariseus; eram conhecidos, também, como escribas ou rabi, intérpretes da lei.

A Distância de Jerusalém para Jericó:  

Aproximadamente 27 quilômetros. Jerusalém está situada a mais de 800 metros de altitude, enquanto Jericó fica a cerca de 258 metros abaixo do nível do mar. O percurso entre Jerusalém e Jericó é uma descida. A estrada era uma importante via para a passagem de caravanas, militares, peregrinos e outros; os bandidos se aproveitavam da topografia do terreno para assaltos, roubos, em virtude das rotas de fuga que conheciam bem.

Levita: A tribo de Levi, na divisão da terra entre as doze tribos, não recebeu uma porção de terra como as outras tribos por ser responsável pelo serviço religioso; eles foram distribuídos em cidades por todo o Israel, servindo no Tabernáculo e posteriormente no Templo de Jerusalém. Cuidavam dos utensílios sagrados, das ofertas, da guarda e da música do Templo.

Samaritano: O povo de Israel foi dividido em duas nações depois da morte de Salomão: Reino do Norte, Israel, tendo como capital Samaria, e Judá, Reino do Sul, capital Jerusalém, onde celebravam as festividades. Salomão reino entre 966 a 926 a.C.

O povo de Judá manteve as tradições, costumes e religião, enquanto o povo de Israel entrou no caminho da idolatria, permitindo a entrada de outras religiões no seu convívio.

Por volta de 722 a.C., Samaria, capital do Reino do Norte, fundada por Onri, foi sitiada durante três anos e conquistada pelos assírios. O rei Salmaneser V foi responsável pela conquista do reino de Israel, deportou cerca de 27.000 israelitas para a Assíria no ano de 722 a.C. Sargão II, seu sucessor, concluiu a conquista em 721 a.C. e também deportou israelitas para terras assírias, áreas como Hala, nas margens do rio Gozã, e para as cidades da Média; e deportou, também, um grupo de medos para Israel, marcando o fim do Reino de Israel e o início do cativeiro.

Os judeus cativos, hebreus legítimos da linhagem de Abraão, se relacionaram com outros povos que foram deportados tanto para Samaria como os que foram para a Assíria, levando à miscigenação para a etnia judia daquele povo que vivia no então Reino do Norte, surgindo daí os samaritanos. Com isso, costumes e religiões foram aceitos e passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. Outro ponto importante é que os samaritanos aceitavam somente o Pentateuco, os cinco livros escritos por Moisés, que são Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, que correspondem à Torá no judaísmo. Esses livros falam da origem do povo de Israel, à sua libertação da escravidão no Egito, e contêm as leis e fundamentos da sua vida religiosa e social. Diziam que o local correto para adorar a Deus era no monte Gerizim, em Samaria, não no templo de Jerusalém. Por isso eram considerados impuros pelos judeus que viviam no Reino do Sul, Judá, por distorcerem as Escrituras e pela miscigenação.

Azeite e vinho: O vinho, no caso, foi usado como desinfetante para limpar as feridas e serviu também como analgésico. O azeite foi usado para untar as feridas, devido às suas propriedades curativas.

Atou: Prender, apertar com atilho, corda ou atadura.

Fonte: https://www.dicio.com.br/atou/

Estalagem: Hospedaria para viajantes; pousada, albergue.

Fonte: https://www.dicio.com.br/estalagem/


Conclusão:

1 – No tempo de Jesus, o próximo eram as pessoas do mesmo grupo social, religioso ou étnico, isto é, os judeus.

2 – Jesus escolheu um inimigo cultural e religioso dos judeus como herói, os samaritanos, representando qualquer pessoa que tivesse empatia e compaixão para com o próximo, qualquer que fosse ele.

3 – Tanto o sacerdote como o levita se dedicavam um à lei e o outro aos serviços religiosos; porém, ambos serviam a Deus e zelavam pelos costumes, tradições, rituais e ensinavam que Deus é único, misericordioso, bom e justo. Mesmo assim, não tiveram compaixão, deixam para trás a oportunidade de servir e ajudar o próximo.

4 – O samaritano, ao contrário, ao ver o homem semimorto, foi tomado de compaixão; primeiro tratou dos ferimentos, depois o colocou na sua montaria e o levou para uma estalagem, onde cuidou dele. Tendo que continuar a viagem, deu dinheiro ao estaleiro para cobrir futuras despesas, acrescentando que, caso a importância deixada não fosse suficiente, pagaria ao voltar.

Em síntese, O samaritano gastou tempo, recursos (óleo, vinho e ataduras), seu animal e dinheiro, e tomou para si a responsabilidade pelo cuidado futuro do homem que não sabia quem era e muito menos de onde era.

 

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Mateus 7:7-8

  

 Espiritismo 18 de Abril de 1857

 Mateus 7:7-8

Peça e vos será dado; procura e encontrarás; bata e a porta será aberta. Pois o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.” [1]

Aqui temos o princípio da humildade, o princípio da persistência e a fé que alimenta a certeza de que Deus está ouvindo e, quando se fizer merecedor, o pedido será atendido. Ao pedir, em oração, com fé, acredite, Deus está ouvindo. Não peça nada que no futuro possa causar dor e sofrimento. Que a busca seja por algo que possa torná-lo mais seguro, confiante e ciente da presença de Deus no seu dia a dia. Confie em Deus, acredite na sua divina providência, não dê margem à dúvida, porque a dúvida é erva daninha que alimenta o fogo da incerteza, mantendo-o afastado de Deus. Jesus disse: “Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais.”[2] “Vós sois deuses.”[3] “Sede, pois, vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.”[4] Somos Espíritos em franco progresso e o que nos sustenta é a fé em Deus que, como uma lanterna, ilumina o caminho na estrada das sucessivas reencarnações. “Sem fé, é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.”[5] “E tudo o que pedirdes em oração, se crerdes, recebereis.”[6].

Vejamos o que disse Allan Kardec: “Do ponto de vista moral, essas palavras de Jesus significam: Peçam a luz que deve iluminar a sua rota e ela será dada a vocês; peçam a força para resistir ao mal e vocês a terão; peçam a assistência dos bons Espíritos e eles virão acompanhar vocês, e tal como o anjo de Tobias [7], eles virão guiá-los; peçam bons conselhos e eles jamais lhes serão recusados; batam à nossa porta e ela será aberta para vocês; mas peçam com sinceridade, com fé, fervor e confiança; apresentem-se com humildade e não com arrogância, sem o que serão abandonados às suas próprias forças, e até mesmo as quedas que vocês sofrerem serão a punição do seu orgulho.

Este é o sentido destas palavras: Procurem e vocês encontrarão, batam à porta e ela será aberta para vocês.”

Referencias:

[1] (Mt 7:7-8)

[2] (João, 14:12)

[3] João, 10:34)

[4] (Mateus 5:48)

[5] Hebreus 11:6

[6] Mateus 21:22

[7] Menção ao episódio bíblico do livro Tobias, que narra a intervenção socorrista de um anjo (Rafael) em resposta às orações de Tobit (pai de Tobias) e de Sara (que se tornaria esposa de Tobias). — N. T. (Ery Lopes) - O Evangelho segundo o Espiritismo - Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br. - Distribuição Gratuita, sem direitos autorais.

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Obsessores - Reunião pública de 21/3/1960.

Digam o que quiserem, a Doutrina Espírita ainda é a melhor opção. Jwb. Obsessores - Reunião pública de 21/3/1960. Obsessor, em sinoními...